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PESSOA DIVINA

 

 

Talvez você se surpreenda por estar lendo um texto tão reduzido que se propõe tratar sobre a pessoa do Altíssimo. Geralmente, nos deparamos com textos gigantescos, livros e até enciclopédias que versam sobre trindade, unicismo, unitarianismo, textos que defendem a trindade, outros que defendem Jesus como única deidade, outros que apontam para um único Ser com 3 manifestações, aqueles que sustentam que Jesus Cristo não é Altíssimo mas apenas uma criatura Dele e até aqueles que apresentam a trindade como a marca da besta... Existem outras posições, mas não as citamos por falta de espaço nesse pequeno texto...

 

Na maior parte das vezes, tais posições levam invariavelmente ao sectarismo e à ilusão de que se pertence a uma classe privilegiada por haver "descoberto" a real complexidade personalística do Eterno. São ensinamentos introduzidos por falsos mestres, para os quais importa mais que sua vaidade intelectual seja louvada e seguida, do que a unidade do Corpo em torno de Cristo e apenas de Cristo seja uma realidade.

 

Nesse contexto também se encaixam aqueles que defendem ferrenhamente determinadas grafias e pronúncias para o nome "Jesus" ou os nomes que devem ser pronunciados na hora batismo, como se a Graça do Criador, capaz de alcançar magos do Oriente ou eunucos da Etiópia, ficasse restrita às vaidadezinhas intelectuais de tais mestres, inchados de letras mas vazios do Espírito da Graça. Como se o amor de Jesus Cristo, que excede todo entendimento e fronteira, fosse capaz de ser delimitado pelo entendimento de alguns "sábios"...

 

Os sábios do Oriente, desprovidos de todo valor religioso, intelectual e legalista, entenderam o que era a manifestação da Graça revelada na encarnação do Eterno Pai naquele pequeno ser numa estrebaria em Belém, diante do qual se prostraram e o adoraram. Enquanto isso, os sábios da religião, cheios de letras, vaidades intelectuais, grafias certas e legalismos cerimoniais, divididos em diversas facções doutrinárias, não discerniram a manifestação do plano do Eterno em Jesus Cristo.

 

Nosso comentário não é longo, pois nele não nos propomos dissecar a (s) pessoas (s) do Eterno como tentam fazer tão  presunçosamente alguns teólogos. É a partir dessas análises acadêmicas, juntamente com as idéias de certos "donos da verdade", que surgem tantas vertentes tão diferentes entre si. Vertentes que aprofundam o sectarismo e denominacionalismo que tomou conta das ekklesias. Uma contenda semelhante à existente já no primeiro século em Corinto.

 

"Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. Está Cristo dividido?..." (I Coríntios 1:12-13)

 

Não estamos aqui defendendo a idéia de que não deve haver estudo sobre as verdades apresentadas na Palavra. Não! Em nosso site nos detemos para estudar sobre as questões proféticas. Podemos sim estudar sobre quem é o Criador e como Ele se manifesta, com espírito de humildade e despidos de qualquer jactância intelectual. Porém, naquilo que se refere à personalidade do Altíssimo e toda sua complexidade, cremos que querer definir exatamente, em todas as suas implicações, tal personalidade divina, beira a insanidade. Maior loucura ainda, no contexto que estamos analisando, é quando é pregado aquilo que se define como se fosse uma verdade absoluta.

 

Se sequer descobrimos ainda todos os meandros da personalidade humana, como podemos, presunçosa e loucamente, determinar isso ou aquilo a respeito de como é a completa composição, manifestação e existência da (s) pessoa (s) do Eterno?

 

O importante não é analisar o Criador como um psicólogo analisa seu cliente, mas conhecer o Eterno Pai realmente, como um filho se relaciona com o seu pai. Um filho não precisa dissecar a estrutura pessoal do pai para conhecê-lo, obedecê-lo e amá-lo. A revelação do Criador para os homens é Jesus Cristo. De acordo com a Palavra, Cristo é o mistério do Eterno e Nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência (Colossenses 2:3). Cristo é o suficiente para conhecer o Altíssimo e Ele deve ser conhecido em Cristo.

 

O Criador se revela ao homem até onde Ele quer se revelar. Se fez conhecer no Senhor Jesus Cristo como plenitude da revelação Dele para os homens. Por isso, a revelação de Jesus Cristo nos basta. A encarnação da Graça pra nós é suficiente, pois me dá comunhão com o Pai, plenitude em Seu Espírito e conhecimento de Cristo através de Sua mente. Nos traz a certeza de que estaremos com Ele face a face e de que reinaremos com Ele eternamente.

 

O Messias jamais se deteve para traçar, diante dos discípulos, um esquema teológico sistematizado de como realmente funciona em toda sua complexidade a pessoa espiritual do Eterno. Ele não fez gráficos ilustrativos nem se ocupou em determinar se são 3 pessoas ou 3 manifestações. Ele simplesmente diz: Eu sou o Caminho, a Verdade e Vida, ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14:6). Ele está no Pai e o Pai está Nele. Quem o vê está vendo o Pai. Ele agora está à destra do Altíssimo (Atos 7:55, Romanos 8:34, Marcos 14:62)

 

Vemos que pessoas de detém para "explicar" o que ainda será explicado pelo Ungido! Sim... A vinda do Salvador trará elucidação para essas e outras questões:

 

"E naquele dia nada me perguntareis..." (João 16:23)

 

"Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos" (I João 3:2)

 

"Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor" (I Coríntios 13:9-13)

   

O mandamento que a revelação do Criador nos deixou é amá-Lo sobre todas as coisas e ao próximo com a nós mesmos. Não preciso ser psicólogo para amar o meu próximo, até porque a análise que a psicologia faz da personalidade humana é limitada pela sua incompreensão dos efeitos que a queda trouxe sobre a estrutura da personalidade humana original. Da mesma forma, eu amo ao Eterno Pai incondicionalmente. Sei que, no momento certo, nos será revelado como Ele é em sua composição pessoal.

 

Não há nenhuma neurose em mim para determinar ou categorizar as pessoas e/ou manifestações divinas. A revelação de Cristo Jesus me basta. Não quero desperdiçar tempo e energia debatendo sobre algo que, neste momento profético, torna-se superficial diante da comunhão que devemos ter com o Pai em Jesus Cristo e frente à missão que temos, que é da levar ao mundo a mensagem do Evangelho. O fim se aproxima...

 

Em Cristo,

 

Jesiel Rodrigues

 


Saiba que o Altíssimo está no controle de tudo e de todos. Mesmo nos momentos mais difíceis, Ele estará conosco. A nossa salvação em Cristo é eterna. Nele, somos novas criaturas. Ele já venceu a morte. Ele é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na tribulação. Se você leu este artigo e ainda não tem a certeza da salvação eterna em Jesus, faça agora mesmo um compromisso com Ele! Convide-o para entrar em seu coração e mostrar-lhe a verdade que liberta. Veja porque você precisa ser regenerado e justificado, para viver a boa, perfeita e agradável vontade eterna do Criador e estar firme Nele diante de qualquer circunstância. Clique AQUI.

 

 


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